Todo mundo sabe que para uma empresa ter lucro é preciso que ela venda mais do que gasta. Entretanto, para uma empresa ter um sucesso econômico é preciso ir além disso. É necessário ter um bom controle financeiro empresarial.

Já parou para pensar na quantidade de contas que são feitas diariamente dentro de uma empresa? Quantos materiais foram comprados, quantos produtos foram vendidos, quanto foi gasto em pagamentos?

O controle financeiro empresarial serve justamente para ajudar a gerir essas finanças e fazer com que a empresa permaneça competitiva no mercado sem se endividar.

Confira dicas muito importantes para manter a vida financeira saudável. Veja a seguir.

O que é importante levar em conta dentro da empresa

O setor de finanças muitas vezes é o que mais gera preocupações dentro da empresa. Sem uma educação financeira, os empreendimentos correm o risco de endividamento e até de falência.

O ideal é que, além de conseguir pagar todas as contas, as empresas ainda consigam manter um fundo de reserva para aumentar a segurança financeira e contornar momentos de crise.

Ter tranquilidade para gerir os recursos financeiros ajuda a tomar decisões mais assertivas e a abrir as possibilidades para fazer investimentos futuros.

Existem alguns pontos bastante importantes para o controle financeiro empresarial. Antes de começar qualquer tipo de ação, é preciso estudar todos esses detalhes que vamos mostrar agora:

Os custos e a receita

Para que o controle financeiro empresarial funcione, é preciso que você saiba exatamente quais são as contas que você tem a pagar e quais você tem a receber

Para reduzir custos é necessário, primeiramente, saber a diferença entre os custos e qual é a média dos valores pagos pela empresa mensalmente.

Separamos os principais tipos de custos para você entender melhor:

  • Custos de produção: são os valores gastos para a fabricação dos produtos. Eles são importantíssimos para poder passar um orçamento de maneira correta;
  • Custos de mão de obra: envolvem tudo que se relaciona com o pagamento pela força de trabalho, como salário, FGTS, INSS, plano de saúde;
  • Custos fixos: são aqueles que não mudam com a variação do volume de produção. É o aluguel, o pagamento de contas de luz e telefonia, além de manutenção e limpeza;
  • Custos variáveis: estão diretamente ligados à produção da empresa, podendo sofrer alterações de acordo com o período. São os fretes, a matéria-prima, a comissão dos vendedores;
  • Custos diretos: são mensuráveis, com ligação direta com o produto, como a matéria-prima e a mão de obra;
  • Custos indiretos: vão além da área de produção, englobando seguros, manutenção de equipamento e funcionários auxiliares.

Depois de ver todos os custos, é preciso colocar as receitas na ponta do lápis. Adicione todas as suas fontes de renda para saber o que entra no seu negócio mensalmente.

Anote também quanto você vendeu e tudo que você ainda tem a receber de seus clientes, sejam prestações ou outros tipos de pagamento.

O lucro líquido

Muita gente confunde receita com lucro, mas são coisas diferentes. A receita é o dinheiro que entra no seu negócio antes de descontar todas as despesas. O lucro é o que resta de dinheiro depois que todas as contas foram pagas.

O Lucro líquido = Receita total - Custo total.

Por exemplo, se sua empresa teve vendas no valor de R$10.000 em dezembro e as despesas foram de R$8.000, seu lucro líquido é de R$2.000.

Para ter um melhor controle das finanças corporativas, observe essas contas por, no mínimo, 12 meses e procure estabelecer padrões.

Dessa forma, você entende melhor as sazonalidades e os possíveis problemas. Com o controle financeiro empresarial você vai conseguir contornar essas situações.

O ticket médio

O ticket médio é a média gasta pelos consumidores com produtos e serviços da sua empresa. Ele leva em conta quantos negócios foram fechados e o valor quanto os clientes pagaram em cada um deles.

Ticket médio = valor monetário das vendas totais número de vendas

Para aumentar esse ticket médio, é preciso manter o contato com seu cliente. Para isso, invista em um bom atendimento para deixar o consumidor satisfeito.

Aumentando o ticket médio a empresa aumenta também o lucro. Com um controle financeiro empresarial é possível otimizar todos esses resultados.

O capital de giro

O capital de giro é uma métrica que calcula se uma empresa possui ativos líquidos suficientes para pagar suas dívidas que venceram dentro de um ano.

Aqui não entra apenas o dinheiro que está em caixa, mas também as contas a receber e os investimentos feitos para o futuro. Com ele, é possível controlar melhor os fundos operacionais.

Isso é muito importante para saber até que ponto sua empresa consegue se manter em caso de necessidade.

O fluxo de caixa

Esse é um indicador que registra toda a movimentação financeira da sua empresa. O fluxo de caixa permite que você enxergue além dos lucros, tendo uma ideia maior dos seus recursos financeiros.

O modelo tradicional utiliza colunas para indicar o tempo (dias, semanas, meses) e as linhas horizontais marcam as entradas e saídas de dinheiro.

Para fazer as contas, você deve pensar nos valores iniciais, que são o que sobrou da avaliação anterior, o montante realmente disponível e o saldo final, já subtraindo as saídas.

O fluxo de caixa auxilia bastante no controle financeiro empresarial ao regular as contas a pagar e receber, ao fazer o controle de estoque a ao acompanhar as movimentações bancárias.

Como melhorar o controle financeiro empresarial

Para melhorar as finanças da sua empresa leve em consideração todos os itens que acabamos de elencar acima.

É um desafio colocar tudo em ordem no primeiro momento, mas a organização vai fazer com que o processo fique muito mais fácil depois.

A seguir, separamos algumas dicas para facilitar o controle financeiro empresarial:

Renegocie as dívidas da empresa

As dívidas são os maiores pesadelos para os empreendedores. Pode ser até que a empresa esteja lucrando bem, mas se o valor não for suficiente para pagar uma dívida, ela pode ficar em maus lençóis.

Nesse caso, o segredo é renegociar para reestabelecer o controle do caixa.

Busque conversar com os credores para ver se existe a possibilidade de reduzir a taxa de juros ou de mudar as condições de pagamento.

Depois que as dívidas estiverem quitadas, crie um fundo de reserva para cobrir despesas não planejadas e evitar que nas dívidas apareçam novamente.

Separe a conta pessoal da conta da empresa

Pode parecer um detalhe pequeno, mas esse é um erro que pode causar sérios problemas. O controle financeiro da empresa fica completamente comprometido.

Os gastos pessoais misturados aos da empresa fazem com que as contas também se misturem. Mesmo uma assessoria contábil teria problemas para avaliar os reais impactos das contas da empresa.

O sigilo das informações pessoais do empreendedor também fica comprometido, pois o empresário vai ter suas contas expostas para o setor financeiro da empresa.

Um outro problema é a barreira nas partes burocrática e tributária. Um dinheiro não registrado é considerado sem lastro, o que pode causar complicações com a Receita Federal.

Tenha um planejamento financeiro

O planejamento e a gestão financeira, ajudam a controlar as despesas e a monitorar os custos, o que permite um controle periódico das finanças.

Assim, é possível antecipar os gastos e colocar tudo no orçamento, incluindo notas fiscais e clientes com pagamento atrasado.

Faça uma avaliação mensal para acompanhar as mudanças do mercado. Para esse planejamento, você pode fazer planilhas ou utilizar um software de gestão financeira, como o da Keruak.

Invista em um bom software

A tecnologia e a automação dos processos agilizam as operações e fazem aumentar o controle financeiro empresarial.

Além de minimizar as falhas humanas, os softwares fazem cálculos mais rápidos e com maior precisão. O trabalho repetitivo é eliminado, diminuindo o retrabalho.

Você ainda pode ter acesso a esses dados em tempo real, com os serviços na nuvem. Na hora de avaliar e mensurar os resultados, leve em consideração tudo o que falamos durante o texto.

Só tome cuidado para não querer mensurar todo tipo de dado, pois você perde o foco e acaba aumentando as chances de fazer uma interpretação equivocada.

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